Meteorologia emite dois alertas de chuvas intensas para o Maranhão

Nesta terça-feira (10), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois alertas para chuvas intensas no Maranhão.

O alerta laranja, que indica alto grau de perigo, foi emitido para a região norte e oeste do Maranhão. Entre as localidades que são compreendidas pelo alerta, está os quatro municípios da Grande Ilha de São Luís.

Há chance de ventos intensos, entre 60 a 100 km/h, além de risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Segundo o Inmet, há também para parte do estado, um alerta amarelo com perigo potencial de chuvas para as regiões oeste, leste, norte e centro do Maranhão.

Devido a instabilidade do clima, há previsão de precipitação entre 20 a 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, além de ventos intensos entre 40 a 60 km/h.

No fim da tarde dessa segunda (9), uma forte chuva alagou ruas e avenidas da Grande Ilha. Motoristas que enfrentaram o temporal registraram as vias alagadas e as dificuldades no tráfego.

Chuvas fortes devem atingir parte do Maranhão nesta segunda, 9

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja e amarelo de chuvas intensas para parte do Maranhão. O alerta deve permanecer até esta segunda-feira (9).

Com isso, devem ser registradas chuvas intensas em alguns municípios maranhenses, incluindo os quatro que compõe a Grande Ilha de São Luís. O alerta laranja, com alto perigo de chuvas, deve se estender pelas áreas leste, norte e centro do Maranhão.

Devido ao alerta, podem ser registradas chuvas entre 30 a 60 milímetros por hora ou 50 e 100 milímetros por dia, além de ventos entre 60 a 100 km/h. Há risco de alagamentos, corte de energia elétrica, quedas de galhos de árvores e descargas elétricas.

O outro alerta, o amarelo, deve compreender as áreas oeste, norte, leste e centro maranhense. Nestas regiões, há risco de ventos entre 40 a 60 km/h.

Meteorologia emite alerta de chuvas intensas para a região norte do Maranhão

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para chuvas intensas na região Norte do Maranhão. Parte da região já sentiu a chegada das chuvas, que também estão previstas para esta sexta-feira (6).

Segundo os meteorologistas, as chuvas devem ter entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h), mas com baixo risco de queda de árvores.

Segundo o Inmet, há também um alerta para a parte Sudoeste do estado, atingindo principalmente a cidade de Imperatriz. Por lá, a chuva deve ter entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos (40-60 km/h).

Cuidados

Em caso de rajadas de vento, a população não deve se abrigar debaixo de árvores, devido ao risco de queda e descargas elétricas. Além disso, o Inmet também recomenda que não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda; evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Em caso de alto risco, busque mais informações junto à Defesa Civil (199) e Corpo de Bombeiros (193).

Chuva alaga BR-316 que pode se romper

A forte chuva que atingiu as regiões do Vale do Pindaré e Alto Turiaçu, no Maranhão, no fim de semana, provocaram estragos na BR-316. O temporal, que durou por cerca 10h, fez com que os buracos que já existiam na rodovia ficassem maiores, o que causou dificuldades para os motoristas e muita lentidão no tráfego de veículos.

Em outro trecho da BR-316, entre as cidades de Araguanã e Zé Doca, houve intenso alagamento em uma área em que deveria haver uma ponte, mas há bueiros. Por causa disso, havia o risco de rompimento de um trecho da rodovia, sendo que uma cratera chegou a se formar no acostamento da BR.

Segundo um morador da região, a situação na área ficou complicada para quem trafegava em meio ao temporal. “Olha gente, estou fazendo esse vídeo aqui na BR-316. A situação está muito difícil para os caminhoneiro e todos que trafegam na BR. A situação está muito difícil, porque a qualquer hora a estrada pode ser cortada. A estrada está toda rachando, porque a água foi muito forte e engoliu uma parte aqui”, afirmou o morador.

Durante a chuva, houve muitos pontos da rodovia em que a água passou por cima da estrada, porque os bueiros não aguentaram a vazão, e a água acabou transbordando. Apesar do alagamento, muitos motoristas se arriscaram, passando pelo local sem saber se havia buracos ou não.

Outro ponto complicado da BR-316 é no município de Nova Olinda, que também fica perto de Araguanã. Na região, há pelo menos três pontos de risco, onde a rodovia pode se romper a qualquer momento. Em um dos trechos, surgiu um buraco enorme no meio da pista, e os motoristas estão tendo que passar somente por um lado da via.

Os motoristas que forem trafegar na BR-316, entre Santa Inês, Nova Olinda e Zé Doca, tem que ter muito cuidado, principalmente os caminhoneiros.

MA: Meteorologia emite dois alertas de chuvas intensas

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja e amarelo de chuvas intensas no Maranhão, no domingo (17)

Segundo o Inmet, há perigo potencial de chuvas intensas no Leste, Oeste, Norte, Sul e Centro do Maranhão com registros de precipitação entre 20 a 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia.

Há também previsão de ventos intensos, entre 40 a 60 km/h por hora, com baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas. O órgão também emitiu um alerta laranja de perigo de chuvas intensas na região Sul do Maranhão

O Inmet alerta que em caso de rajadas de vento, a população não deve se abrigar debaixo de árvores, devido ao risco de queda e de descargas elétricas. Em caso de alto risco, a população deve procurar ajuda junto à Defesa Civil pelo telefone 199 e ao Corpo de Bombeiros, pelo 193.

Chuvas: Maranhão terá período mais intenso este mês, aponta meteorologia

O mês de março foi marcado por chuvas intensas em todo o Maranhão e o cenário deve permanecer o mesmo para este mês de abril. É o que alerta boletim divulgado pelo Núcleo de Meteorologia Geoambiental da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). Segundo o levantamento, a região norte do estado é a que será mais atingida pelas chuvas intensas.

O boletim mostra que nas regiões centro e norte choveu um pouco mais que no sul. Os meteorologistas concluíram que março foi um mês com chuvas acima da média climatológica, em torno de 50% a mais. Já na região central do Estado, esse volume ficou em torno da média climatológica; e na região sul, um pouco abaixo da média.

As fortes chuvas atingiram diversos municípios e a região norte é a que vive o maior pico do período, porém, os temporais têm sido frequentes em todo o estado. De acordo com o Corpo de Bombeiro Militar do Maranhão, a partir de dados da Defesa Civil nos municípios, totalizam 35 cidades que decretaram estado de calamidade pública, por conta das intensas chuvas.

Em Trizidela do Vale, o nível do rio Mearim subiu e 426 famílias estão em abrigos públicos. No município de Pinheiro, o rio Pericumã transbordou e um imenso lago isolou fazendas de criação de búfalos. Em São Luís, as chuvas dos últimos dias provocaram alagamentos em avenidas de vários bairros.

Segundo o núcleo de meteorologia da UEMA, as chuvas continuarão intensas, principalmente, nas cidades que da região do centro-norte. As previsões para este mês de abril na parte norte, é de chuvas acima da média climatológica – 430 milímetros; na região central, devem ficar em torno de da média histórica; e na região sul, um pouco abaixo da média climatológica.

Chuvas no Maranhão: 32 cidades em situação de emergência

As fortes chuvas que caem em todo o Maranhão já fizeram 32 municípios decretarem situação de emergência. Em várias cidades, centenas de famílias tiveram que deixar suas casas e viver em abrigos.

Em Trizidela do Vale, o nível do rio Mearim subiu 7.5 metros. Até esta quarta (6), 426 famílias estão em abrigos públicos. Segundo a Defesa Civil, o município está precisando de ajuda humanitária.

“Tenho muito medo porque tenho muito medo da água derrubar minha casa e condição de construir ela eu não tenho”, afirmou Vanusa Silva, que é dona de casa.

No norte do Maranhão, o rio Pericumã transbordou e o imenso lago isolou fazendas e criação de búfalos. Seis vilarejos ficaram isolados em Nina Rodrigues depois que o rio subiu 10 metros.

A Prefeitura de Presidente Juscelino suspendeu as aulas. Por enquanto, as escolas servem de abrigo para quem não pode ficar em casa.

“A gente tem essa sensação de que tudo bagunçou, e a gente, pra voltar à rotina, é difícil”, diz a professora Josélia Marcelo. Em toda a região, os comerciantes acumulam prejuízos causados pelas inundações. A feira, o mercado e a maioria das ruas está debaixo de água. Há loja que permanece fechada há 15 dias.

“Fica todo o dentro dentro d’água e o freguês não vai molhar os pés para fazer uma compra de 10… 15 reais”, diz o comerciante José de Ribamar Rabelo. Apesar do cenário de tristeza, os moradores ainda guardam a esperança de que o tempo vai mudar e nas áreas mais atingidas.

“O que tem de mais triste porque a gente larga o lar da gente, a casa da gente. A gente já está acostumado a viver lá para estar em uma situação dessa”, contou a dona de casa, Julieta da Costa.

Chuvas causam prejuízos a produtores rurais no Maranhão

As chuvas que se mostrado intensas em todo Estado, têm deixado muitas famílias de comunidades rurais desabrigadas. No norte do estado, grande parte destas famílias sobrevivem da agricultura na região e tem acumulado prejuízos com as lavouras. No Vale do Pindaré, produtores de milho, arroz e banana perderam quase tudo.

No sul do Maranhão, o trabalho de colheita nas lavouras de soja já iniciou. Os agricultores entram na reta final da colheita, mas encontram dificuldades com as fortes chuvas, que prejudicam o trabalho das máquinas no campo.

As chuvas também não deram trégua para o agronegócio e estão gerando prejuízos para o produtor. Meterorologistas avisam que as chuvas serão ainda mais intensas, até abril e maio.

MA:Meteorologia alerta para chuvas intensas

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, neste sábado (2), alerta de chuvas intensas com grau de potencial “perigo” para as próximas horas no Maranhão. O aviso abrange o Oeste, Leste, Norte e Centro Maranhense.

Segundo o Inmet, durante esse período, podem ocorrer chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora e de 50 a 100 milímetros dia, além de ventos intensos, entre 60 e 100 quilômetros por hora. Há riscos de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Em caso de rajadas de ventos, não se abrigue embaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas. Também não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia.

Em caso de alto risco, a população deve procurar ajuda junto à Defesa Civil pelo telefone 199 e ao Corpo de Bombeiros, pelo 193.

Chuvas: Defesa Civil monitora 60 áreas de risco em São Luís

Por conta das chuvas que em São Luís, vários bairros vem sofrendo com alagamentos e enchentes e deslizamentos. Para prevenir ocorrências mais graves, a Defesa Civil Municipal monitora, atualmente, cerca de 60 áreas consideradas de alto risco. Nesta quinta-feira (31), equipes permanecem visitando os bairros afetados.

Entre as áreas monitoradas estão Anjo da Guarda, Sacavem, Coroadinho, Anil, Vila Dom Luís, Ilhinha. O órgão tem atuado em conjunto com outras secretarias, por conta dos prejuízos que vem sendo causados pelas fortes chuvas.

A meteorologia aponta que, os meses de março e abril são, tradicionalmente, os mais chuvosos na capital e em toda parte norte do Maranhão. Este 2022, as águas estão mais intensas, e a Defesa Civil segue em alerta constante, e confirma que o número de áreas de risco monitoradas aumentou.

O superintendente da Defesa Civil Municipal, Alexandro Nogueira, afirma que os principais problemas na capital são alagamentos e deslizamentos. Além disso, há também as edificações com baixa qualidade construtiva pela cidade, que acabam sofrendo riscos de desabamento.

Em diversos bairros da cidade, casas ainda são ameaçadas pela erosão e a preocupação para os moradores aumenta com o período chuvoso.

A Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) informou que aguarda uma melhora no período de chuva para iniciar trabalhos de reparos e reconstruções em áreas afetadas.